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Cópia de desenhos industriais
BusinessProperty & Finance

Ei, psiu! Precisamos falar da cópia de desenhos industriais

de Elisângela Dias Menezes outubro 14, 2022
escrito por Elisângela Dias Menezes

Tenho certeza que você já viu a venda de algum produto muito semelhante ao item muito conhecido de uma marca famosa. Além dos modelos serem parecidos, às vezes, até o símbolo da marca é copiado. Infelizmente, é algo comum de ver, mas a prática possui riscos. Confira o blogpost e entenda sobre a cópia de desenhos industriais.

De olho na Versace: será que a empresa está sofrendo com a cópia de desenhos industriais?

A marca italiana Versace lançou alguns modelos de sandálias e sapatos que estão fazendo a cabeça do público. Os itens caíram no gosto das famosas e viraram uma tendência. Entretanto, modelos muito semelhantes começaram a aparecer — uma clara referência ao item da luxuosa marca. 

E aí? Essa prática é liberada?

O que é desenho industrial?

Desenho industrial é o design dos produtos.

“Podemos ver como uma forma plástica ornamental de um objeto ou de conjunto ornamental de linhas e cores que possa ser aplicado a um produto, proporcionando resultado visual novo e original na sua configuração externa e que possa servir de tipo de fabricação industrial.” Trecho retirado do site do INPI.

 Réplicas e pirataria

Réplicas sem a devida autorização infringem o registro do desenho industrial e a aplicação da marca, verdadeira autora da criação, e adiciona mais uma irregularidade: a pirataria.

Fique ligado! As empresas estão cientes da cópia de seus produtos e do uso indevido de suas marcas. Muitos comerciantes recebem notificações judiciais por conta dessa prática ilegal.

Proteja sua criação!

É possível registrar um desenho industrial, garantindo direitos sobre fabricação, comercialização, uso, venda etc.

No Brasil, essa proteção é garantida por meio de um registro realizado junto ao INPI. O pedido pode ser feito por pessoa física ou jurídica. 

O registro é válido por 10 anos e renovável por três períodos de 5 anos.

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outubro 14, 2022 0 Comente
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Direito de imagem a proteção do "eu" de cada um
BusinessDireito

Direito de imagem: a proteção do ‘eu’ de cada um

de Elisângela Dias Menezes julho 23, 2022
escrito por Elisângela Dias Menezes

Já pensou sobre o que é, de fato, o chamado direito de imagem? Impressionante como ele é frequentemente confundido com o Direito Autoral do fotógrafo ou cinegrafista.

De maneira popular, a imagem pode ser definida como a representação gráfica de um determinado objeto ou pessoa, sendo uma foto, desenho ou vídeo.

Porém, no universo jurídico, o direito de imagem está sempre ligado à pessoa humana. Assim, juridicamente, a imagem é a forma de projeção externa do ser. Ou seja, o modo estético com o qual ele se apresenta ao mundo, incluindo suas feições, características físicas e trejeitos.

Dessa forma, nem toda foto ou vídeo envolverá direito de imagem. Isso só ocorrerá se ali estiver estampada uma figura humana, uma pessoa identificada ou identificável. Quanto às fotos e vídeos de paisagens, objetos e arte abstrata, embora haja sempre Direito Autoral, não haverá nada que envolva direito de imagem.

Quer saber mais sobre o tema? Então, continue a leitura!

Proteção Constitucional e Civil

Por sua importância moral, psicológica, social e econômica para o indivíduo, a imagem é protegida pelo Direito. O artigo 5° da Constituição Federal cuida dos direitos e garantias fundamentais do indivíduo. Ele proclama a inviolabilidade da intimidade, da vida privada, da honra e da imagem das pessoas. Assim, assegura o direito de indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação.

A regra constitucional é clara ao garantir ao ser humano a exclusividade de direitos sobre sua própria imagem. Dessa forma, pode buscar o ressarcimento de qualquer lesão que lhe seja causada. Trata-se do direito que protege o “eu” de cada um.

Tal garantia legal é reforçada pelo Código Civil. O artigo 20 diz que “salvo se autorizadas, ou se necessárias à administração da justiça ou à manutenção da ordem pública, a divulgação de escritos, a transmissão da palavra, ou a publicação, a exposição ou a utilização da imagem de uma pessoa poderão ser proibidas, a seu requerimento e sem prejuízo da indenização que couber, se lhe atingirem a honra, a boa fama ou a respeitabilidade, ou se se destinarem a fins comerciais”.

A regra geral de uso

Todo uso de imagem depende de prévia e expressa autorização de seu titular. Se o uso tiver finalidade lucrativa, por expressa menção do Código Civil, a pessoa deverá ser consultada. Ainda que não haja objetivo de lucro, a autorização se fará necessária. Isso porque sempre poderá atingir a honra, a boa fama ou a respeitabilidade do titular, critérios esses extremamente subjetivos e pessoais.

Especialmente quem utiliza a imagem de terceiros de forma profissional, não se pode permitir trabalhar com tão importante e protegida matéria-prima, sem a devida autorização de seu legítimo proprietário.

Como obter a autorização

Tal autorização deve se dar por escrito, em instrumento jurídico simples. Ela deverá, obrigatoriamente, conter não só a qualificação das partes (dados pessoais do titular da imagem e da parte beneficiada), mas também a finalidade de uso da imagem. Da mesma forma, a remuneração devida e os limites de tempo e local de veiculação da imagem. 

Essas exigências justificam-se pelo caráter personalíssimo da imagem. Afinal, trata-se de um bem de uso pessoal, do qual o próprio indivíduo não pode abrir mão por ser essencial à sua existência. Assim, a transferência de direitos de imagem a terceiros é sempre limitada, mesmo que sejam estabelecidos prazos contratuais de uso dilatados ou mesmo permanentes.

Significa dizer que a pessoa não pode dispor de sua imagem de maneira genérica e ampla, porque isso implicaria em renúncia a direitos intrínsecos ao seu ser. Imagine uma autorização do tipo: autorizo qualquer pessoa a fazer qualquer uso de minha imagem para qualquer fim pelo tempo que ela quiser. Faria algum sentido?

Licença de imagem e não cessão de imagem 

Também chamada de autorização de uso de imagem, a licença de imagem defende os direitos do titular e possibilita o uso lícito e justo da imagem por terceiros.

Tecnicamente, seria incorreto falar em cessão de imagem, vez que é impossível doar aquilo que é indisponível. Todavia, obviamente, o uso da terminologia inadequada não anula o contrato, nem interfere na permissão dada para o exercício de direitos.

Usos de imagem sem autorização

A Constituição Federal e o Código Civil, embora tenham ditado as regras de uso da imagem, não conseguem alcançar os diversos casos específicos noticiados diariamente. Esse trabalho ficou a cargo dos tribunais, que têm emitido decisões em inúmeros processos que envolvem direitos de imagem. 

Como resumo de votos proferidos quanto ao assunto, chamados pelo Direito de “jurisprudência”, pode-se elencar três exceções. Elas são comumente citadas pelos julgadores e usadas nas situações em que a autorização do titular da imagem não se faria necessária para a veiculação. 

1. Uso com fins informativos

A primeira das exceções de uso de imagem citada nas decisões dos tribunais (jurisprudência) é a que se refere à finalidade informativa. Alegam muitos magistrados que a imprensa, pelo papel social que exerce junto à população, teria o direito de veicular imagens de pessoas sem autorização. Isso desde que elas estivessem envolvidas em fatos de interesse público.

Trata-se, aqui, do direito da coletividade de acesso à informação que se sobrepõe ao direito individual à própria imagem. Direito esse, inclusive, que estaria sendo renunciado pelo titular que deliberadamente se envolve em um fato notório, público e de interesse geral.

Importante frisar que essa exceção não se estende às imagens captadas pela imprensa ao acaso, apenas para ilustrar determinadas informações. Nesses casos, as pessoas que ali aparecem devem ser consultadas sobre a possibilidade de uso ou não de suas imagens. Caso contrário, elas podem buscar na Justiça a reparação de danos eventualmente causados.

2. Pessoas públicas

Uma segunda exceção determinada pela jurisprudência diz respeito às personalidades públicas. Por exemplo, atletas, artistas, modelos e líderes religiosos e políticos. Entendem os juízes que, quando tais pessoas frequentam o espaço público, despertam naturalmente a atenção do público. Motivo pelo qual deveriam desenvolver uma maior tolerância à captação e exposição de suas respectivas imagens. Claro que não se deve usar com objetivos comerciais ou com ofensa à moral e à honra.

Obviamente que artistas e demais personalidades têm direito à intimidade e à vida privada. Mesmo no espaço público, não precisam tolerar especulações, fotos em poses impróprias e outros modos de violação dos direitos de personalidade.

Por outro lado, as pessoas públicas constituíram sua fama a partir da reiterada exposição da própria imagem. Portanto, não seria justo não atender à curiosidade sadia das pessoas quanto aos seus atos realizados no espaço público.

3. Pessoas em meio à multidão

Como terceira exceção jurisprudencial, pode ser citada a veiculação de imagens de multidões. Nesses casos, fica claro que nenhuma delas é o foco da imagem e que dificilmente se reconhecerá um ou outro indivíduo. Por esse motivo, e pela impossibilidade de se coletar as autorizações de todas as pessoas, entende-se não haver necessidade delas. Se, todavia, alguma dessas pessoas for focada em close, tal imagem, individual e centrada, não poderia ser veiculada sem a devida autorização.

Tempo de duração do direito de imagem

Quanto ao tempo de proteção do direito de imagem, pode-se dizer que ele é eterno, perdurando por prazo indeterminado, mesmo após a morte de seu titular. A partir desse momento, o direito de imagem da pessoa falecida passa a ser exercido pela família, por meio dos respectivos representantes legais.

A veiculação de imagens de pessoas emblemáticas, que, embora já falecidas, transpõem as barreiras do tempo e do espaço, não poderá ser condenada. Mesmo que a família tenha direitos sobre a imagem, a veiculação é o resultado do próprio processo de exposição pública daquele indivíduo enquanto ainda em vida.

Indenização por uso indevido

A indenização por violação de imagem visa ressarcir o indivíduo de danos morais e/ou materiais que possam ter sido gerados por aquele uso não autorizado. Esse dano pode ser o próprio desconforto social causado pela veiculação da imagem ou o prejuízo financeiro decorrente daquela utilização indevida. Muitas vezes, ela é usada com a finalidade de lucro. 

O dano moral não exige provas, já que parte da subjetividade dos sentimentos de quem o alega. No caso do dano material, o prejuízo é a própria utilização indevida da imagem com fins lucrativos. Há também os lucros cessantes, que o titular deixou de ganhar, que podem ser apurados em juízo.

Direito de Arena

A Lei 9.615 de 1998, apelidada de “Lei Pelé”, trata das regras jurídicas destinadas a regular as práticas desportivas. Recentemente, ela limitou a 5% o percentual do lucro que cabe aos atletas pela negociação das transmissões de espetáculos esportivos. Os outros 95% do lucro pertencem aos clubes de origem dos referidos atletas.

Trata-se de uma licença compulsória de direitos de imagem, à qual o atleta tem que se submeter quando suas atuações esportivas são fixadas e televisionadas.

A lei também limita a 3% do total do tempo previsto para o espetáculo o trecho que pode ser fixado, transmitido ou retransmitido para fins jornalísticos ou educativos. Nesses casos, sem necessidade de autorização da emissora que detém o direito de exclusividade sobre as imagens. 

Vale lembrar que a utilização da imagem do atleta por ele mesmo fora do contexto do evento esportivo fica a seu exclusivo critério. Ou seja, não é limitada pela Lei Pelé. Assim, fora do campo, das quadras e do tatame, o atleta faz publicidade para quem quiser, gozando de todos os seus direitos de imagem. 

Recomendações 

A partir de tudo o que foi dito, o uso da imagem de pessoas de forma identificável requer cuidados. O ideal é ter sempre a autorização em mãos e que o documento seja específico e claro. 

Deve-se ter cuidado com autorizações genéricas. Por exemplo, aquelas oferecidas pelos bancos de imagem ou nos ingressos e avisos físicos e digitais referentes à coleta de imagem para gravação de eventos. Essas autorizações dirigidas a qualquer pessoa, de forma indiscriminada, não possuem eficácia jurídica.

A imagem configura um precioso bem, individual, enquanto parte da personalidade de cada um, constitucionalmente protegida. Caso não seja possível usar ferramentas para ocultar a identidade do titular (borrões, contraluz etc), é melhor não utilizar a imagem. O mesmo vale quando, por algum motivo, a autorização for inviável. No lugar, o ideal é produzir a própria foto, ilustração ou vídeo, de forma direta e devidamente autorizada. 

As indenizações de direito de imagem podem alcançar altas cifras, devido à sua proteção constitucional. Não apenas os famosos estão protegidos, mas especialmente os anônimos, que nada fizeram para ter sua imagem utilizada de forma indiscriminada e aleatória. Assim, fica a dica: com a imagem dos outros não se arrisca, porque o que está em jogo é o “eu” de cada um.

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Ghostwriter pode, produção?

julho 23, 2022 0 Comente
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Marcas x Nome Fantasia
Business

Marcas x Nome Fantasia

de Elisângela Dias Menezes junho 21, 2021
escrito por Elisângela Dias Menezes

Tanto o nome fantasia quanto a marca servem para identificar um produto ou serviço no mercado, podendo dar nome a uma empresa, fachada de uma loja, etiqueta, rótulo, dentre outras aplicações.

A grande diferença é que o nome fantasia é sinal genérico sem exclusividade e normalmente muito comum, sem caráter inovador.

Já a marca tem que ser original, é registrada no INPI, tem abrangência nacional e confere exclusividade de uso ao seu detentor, tornando o nome de seu empreendimento único no mercado.

Assim, vale muito a pena apostar em um nome exclusivo para o seu negócio e fazer o devido registro como marca junto ao INPI.

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vamos chegar a um acordo?
Business

Vamos chegar a um acordo?

de Elisângela Dias Menezes junho 1, 2021
escrito por Elisângela Dias Menezes

Para evitar que conflitos se tornem processos judiciais longos e caros, tem se tornado cada vez mais frequente a adoção da mediação, conciliação ou arbitragem para resolver impasses jurídicos. 

Segundo a lei, cada uma dessas modalidades de solução pacífica de problemas funciona para um tipo diferente de conflito, mas todas tem em comum o fato de serem conduzidas por terceiras pessoas, imparciais e prontas a ajudar as partes a fecharem um acordo.

O Procon representa um exemplo clássico de excelência no trabalho de conciliação.

Para saber mais, acompanhe meu canal do YouTube com as principais notícias que permeiam o Direito Autoral e os assuntos jurídicos da semana.

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junho 1, 2021 0 Comente
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Registro de Marcas
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Que tipo de marca registrar?

de Elisângela Dias Menezes maio 25, 2021
escrito por Elisângela Dias Menezes

Quanto ao aspecto estético, as marcas podem ser de três tipos: nominativas, compostas apenas por palavras que lhes dão nome; figurativa, quando possuem apenas uma imagem ou figura; e mistas, que são aquelas que associam imagem ao nome escolhido.

No processo de criação de sua marca, procure optar, sempre que possível, pela marca mista, pois a associação de palavras, cores, figuras e formas garante maior proteção ao seu ativo.

Para saber mais, acompanhe meu canal do YouTube com as principais notícias que permeiam o Direito Autoral e os assuntos jurídicos da semana: YouTube.com/elisadv.

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Business

Quero pagar e a outra parte não tem PIX. E agora?

de Elisângela Dias Menezes abril 22, 2021
escrito por Elisângela Dias Menezes

O pix tem se mostrado eficiente como sistema de recebimentos e pagamentos junto aos bancos. O seu cadastro é simples e pode ser feito pelo aplicativo ou site de cada usuário junto à sua Instituição bancária.

Uma dica interessante é que mesmo se o recebedor não tiver cadastrado o seu PIX, é possível ao pagador realizar a operação usando os números da agência e conta bancária do destinatário.

Mais uma facilidade para popularizar o sistema, que tende a substituir definitivamente as tradicionais transferências tarifadas por doc e ted.

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Business

O nome da sua marca precisa ser estratégico.

de Elisângela Dias Menezes abril 5, 2021
escrito por Elisângela Dias Menezes

O nome do seu empreendimento é estratégico. Você pode pesquisar se a sua marca é nova no campo de busca de marcas do site do INPI (www.inpi.gov.br). Quanto ao domínio, que é o seu endereço virtual, procure saber se o nome pretendido é novo no site do registro.br. Fica a dica!

abril 5, 2021 0 Comente
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Business

Você sabe o que é a marca de alto renome?

de Elisângela Dias Menezes março 15, 2021
escrito por Elisângela Dias Menezes

Normalmente as marcas são protegidas dentro de seus campos de atividade. Assim, uma marca de tênis pode ser parecida com uma marca de alimentos, pois os dois produtos não vão ser confundidos pelo consumidor. 

Quando, porém, a marca  registrada no Brasil é muito conhecida em sua área, passa a ter proteção em todas as demais áreas.

Esta é a chamada marca de alto renome. Inclusive se o reconhecimento da marca for internacional, ela será considerada notoriamente conhecida e também merecerá ampla proteção.

Sendo assim, não é possível registrar um alimento que se chame Nike e nem uma marca de tênis que se chame Maggi. Além de ilegal, seria no mínimo estranho.

⠀⠀⠀

março 15, 2021 0 Comente
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Business

Terceirização: O que é e como funciona?

de Elisângela Dias Menezes janeiro 25, 2021
escrito por Elisângela Dias Menezes

Terceirização é a prática de contratar empresas para realizar atividades que seriam atribuídas a pessoas físicas. Até a reforma trabalhista de 2017, a atividade principal das empresas só podia ser exercida por empregados pessoas físicas, contratados pelo regime da CLT (Consolidação das Leis Trabalho).

Nos últimos 3 anos, porém, a legislação foi alterada e é possível terceirizar até mesmo a atividade fim da empresa, atribuído à organização contratada o recolhimento dos tributos e a responsabilidade pelos serviços prestados.

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Business

DPO: O que faz esse profissional?

de Elisângela Dias Menezes dezembro 15, 2020
escrito por Elisângela Dias Menezes

Você sabe quem é o DPO?

A nova lei de proteção de dados determina que as empresas contratem este profissional. O Data Protection Officer é o encarregado do tratamento de dados pessoais nas organizações, tendo como principal função a supervisão e aconselhamento sobre as medidas de segurança e melhores práticas de gerenciamento de dados de usuários.

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